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domingo, 10 de abril de 2016

De volta ao bazar: "apostila de curso" de aparelhos Walita



Dessa vez não encontrei no bazar alguma coisa que preste. Uma curiosidade (que não comprei, apenas tirei esta foto) foi esta pequena apostila de um curso de culinária da Walita, provavelmente dos anos 1960 ou 70. Estava todo destruído, no meio da seção de livros e o assunto foge totalmente do meus interesses em geral.

Mas o que achei interessante é que naquela época, está empresa estava introduzindo um produto (o liqüidificador) e a maioria, senão a totalidade, das donas de casa nem imaginava para que servia este aparelho, que já era utensílio presente na maioria das residencias americanas.

Portanto, um curso deste tipo tinha o objetivo de informar às mulheres o quê era e pra quê servia este aparelho.

Muitas mulheres provavelmente se sentiriam rebaixadas hoje com este tipo de coisa que, aparentemente, fortaleciam o machismo por meio do consumo, mas eu não penso desta forma, uma vez que foi este tipo de inovação que permitiu que a mulher passasse a ficar menos tempo na cozinha e pudesse a de dedicar em outras atividades que lhe rendesse algum dinheiro e um pouco de independência do marido.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Atari Portifolio

O desejo de se criar um computador que fosse portátil é mais antigo do que a maioria das pessoas pensam. Em 1989, a Atari havia lançado no mercado americano o Atari Portifolio, um computador tão pequeno que era do tamanho de uma fita de videocassete.




O sistema operacional era bastante semelhante ao MS-DOS e vinha instalado os seguintes aplicativos: agenda de contatos e de compromissos, calculadora, editor de textos e planilha eletrônica. O seu preço em 1989 era de US$ 399. Pelo preço e pelos cartazes de propaganda que pude achar na internet, acredito que o público-alvo que a Atari visava alcançar com este produto era o público de empresários ou executivos.





O Brasil na época do Portifolio

Naquela época, as pessoas daqui do Brasil mal podiam sonhar com um 386 (que viria somente entre o início e meados dos anos 1990). Acho que nem quem tinha dinheiro no Brasil poderia ter condições de comprar este tipo de computador, o que o torna muito raro de se encontrar por aqui.Quem, no Brasil, tivesse interesse de comprar um computador, teria que se contentar com as versões nacionais fabricadas por aqui.

Em uma pesquisa rápida no e-Bay, pude encontrar um desses usado por pouco mais de US$ 50. Deu vontade de comprar, mas, como os impostos no Brasil estão no nível da sacanagem indiscriminada, acabei deixando essa idéia pra lá... pelo menos por enquanto. Parece-me que ainda não estamos muito distantes da época da chamada reserva de mercado...


O palmtop do rebelde e adolescente Salvador da humanidade

Se você assistiu ao filme O Exterminador do Futuro 2, vai se lembrar do menino que fez o papel do personagem John Connor enquanto ainda era adolescente. Antes de ser salvo pelo T-1000 (papel do Arnold) e de tentar resgatar sua mãe no Hospício de Pescadero, ele saía de moto pelas ruas de Los Angeles com seu amigo e roubava caixas eletrônicos para jogar video games com seus amigos num shopping.




Se ainda não se lembra do personagem, com certeza vai se lembrar daquela cena em que o menino usa um computador para hackear um caixa eletrônico e conseguir dinheiro. Pois então, esse computador foi o Atari Portifolio. Ele reaparece neste mesmo filme quando o mesmo personagem hackeia um cofre para pegar uma chave que abre um outro cofre.

Recentemente, fiz uma pesquisa sobre o assunto e tanto o filme quanto o Portifolio despertam uma curiosidade estranha sobre algumas pessoas (e provavelmente eu estou incluso neste nicho). Um grupo de pessoas tentou recriar o programa “PIN Identification Number”, um cabo e o cartão que o personagem usa no filme nos mínimos detalhes (!?). Vai entender...

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Eis o tipo de coisa que sempre quis fazer...

... e nunca tive saco!

Robôs são as coisas mais legais. Talvez eu inclua este na minha lista de "desejos a concretizar" para este ano. Se eu conseguir fazer vou postar aqui.




O Bettlebot é um projeto de eletrônica que cativa entusiastas, estudantes e makers, proporcionando uma experiência prática e educacional na construção de um robô automático. Este projeto, fundamentado em dois motores DC e duas chaves de acionamento do tipo micro switch, oferece uma introdução fascinante ao mundo da robótica.

O Bettlebot é um robô automatizado, projetado para percorrer terrenos planos e responder a estímulos externos por meio de suas chaves de acionamento. Este projeto é frequentemente utilizado como uma ferramenta de aprendizado para iniciantes em eletrônica e robótica, proporcionando uma base sólida para compreensão de conceitos como controle de motores, sensores e lógica de programação.

O funcionamento do Bettlebot é relativamente simples, mas didático. Equipado com dois motores DC, o robô se movimenta para frente ou para trás dependendo da polaridade da alimentação desses motores. As duas chaves de acionamento do tipo micro switch são estrategicamente posicionadas para atuar como sensores de colisão. Quando uma dessas chaves é pressionada, o Bettlebot reage, alterando sua direção e evitando obstáculos.

Características Principais:

  • Motores DC Controlados: A presença de dois motores DC confere ao Bettlebot a capacidade de movimentação controlada, permitindo uma ampla gama de manobras.
  • Chaves de Acionamento: As chaves de acionamento do tipo micro switch atuam como sensores de colisão, proporcionando ao robô a habilidade de evitar obstáculos e redefinir seu percurso.
  • Simplicidade Construtiva: Projetado para ser acessível, o Bettlebot é um projeto que favorece a simplicidade construtiva, permitindo que até mesmo iniciantes em eletrônica possam montar e compreender o funcionamento do robô.

Vantagens:

  • Facilidade de Aprendizado: O Bettlebot oferece uma introdução amigável ao mundo da eletrônica e robótica, permitindo que iniciantes ganhem confiança na construção e programação de projetos similares.
  • Adaptabilidade Educacional: Sua simplicidade construtiva não limita sua aplicação apenas a iniciantes. Educadores podem personalizar e adaptar o projeto para atender a diferentes níveis de habilidade e aprendizado.

O projeto Bettlebot não é apenas um exercício prático em eletrônica, mas também uma porta de entrada para o pensamento criativo e solução de problemas. Os conceitos aprendidos ao construir e programar o Bettlebot podem servir como uma base para projetos mais complexos no campo da robótica. Além disso, a comunidade maker frequentemente compartilha modificações e aprimoramentos, tornando o Bettlebot uma plataforma dinâmica para a exploração contínua.

Bettlebot é mais do que um projeto eletrônico; é uma jornada de aprendizado, inspirando entusiastas a mergulharem no emocionante universo da robótica e eletrônica.